As alergias alimentares atingem cerca de 5% de crianças e jovens em idade escolar. O contacto ou ingestão inadvertida do alergénio pode constituir-se como risco de vida para a criança ou jovem.
Sendo a escola um local onde as crianças passam grande parte do seu tempo e fazem parte das suas refeições, a possibilidade de ocorrerem episódios de alergia alimentar não deve ser desvalorizada.

Neste início de ano letivo, a equipa de enfermagem de saúde escolar de Santiago do Cacém em colaboração com o serviço de Nutrição da ULSLA e da Câmara Municipal de Santiago do Cacém tem procurado disseminar junto das escolas onde foram referenciadas crianças com alergias alimentares, os procedimentos preventivos e de atuação emergente.
Assim, as sessões de sensibilização e de formação têm sido várias, dirigidas a crianças/jovens, docentes e não docentes e profissionais das cozinhas.
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