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Gabinete do Cidadão

O Gabinete do Cidadão é um serviço de apoio à gestão e um meio de defesa dos utentes.
É constituído por uma equipa formada por dois profissionais, na Sede, e por um interlocutor, em cada Centro de Saúde/Unidade de Cuidados Saúde Personalizados.
Este Gabinete está localizado geograficamente na sede das instalações, Entrada principal do Hospital, funcionando de 2ª a 6ª feira das 9h às 13h e das 14h às 17h.

O Gabinete do Cidadão tem as seguintes competências:

  • Promover e divulgar os direitos e deveres dos cidadãos no que concerne aos serviços de saúde;
  • Atender pessoalmente os cidadãos que solicitem e/ou que pretendam apresentar exposições;
  • Passar a escrito as exposições orais quando os cidadãos carecem deste apoio;
  • Assegurar a gestão, o registo e o tratamento de todas as exposições apresentadas pelos cidadãos, independentemente do local e da via de entrada;
  • Verificar as condições de acesso dos cidadãos aos cuidados de saúde;
  • Verificar com regularidade o grau de satisfação dos cidadãos relativamente aos serviços da ULSLA;
  • Promover a divulgação do Gabinete do Cidadão e da ULSLA junto da comunidade.

A participação dos cidadãos pode assumir as seguintes formas:

  • Opinião/Sugestão
  • Reclamação/Queixa
  • Elogio/Agradecimento/Louvor
  • Pedido de ajuda/informação

As exposições poderão ser apresentadas através de:

  • Livro de Reclamações (disponível em diversos locais de atendimento)
  • Presencialmente no Gabinete do Cidadão
  • Caixa de sugestões/opiniões
  • Via Postal
  • Fax
  • Correio eletrónico

Se reclamar em nome de outra pessoa (familiar ou acompanhante), deve informar qual o nome completo do utente.

Nos termos do Decreto-lei nº 126/2014 de 22 de agosto, todas as exposições são remetidas obrigatoriamente à Entidade Reguladora da Saúde (ERS).

Contactos

Telefone: 269 818 115

FAX: 269 818 169

E-mail: gabinete.cidadao@ulsla.min-saude.pt


Guia de Utente

Visitas ao Hospital do Litoral Alentejano

Serviço de Internamento

No Serviço de Internamento o doente pode receber 2 visitas presencialmente nos seguintes horários:
Entre  as 14 e as 16 Horas
Entre as 18;30 e as 20 Horas

Urgência – Serviço de Observações

Devido às características deste Serviço não são possíveis visitas com horários alargados, e o horário a seguir indicado poderá, por imperativos clínicos, sofrer alterações a qualquer momento.
As visitas aos doentes efectuam-se entre as 11 e as 20 Horas
O Doente pode receber 2 visitas de familiares directos, alternadamente até um máximo de 5 minutos cada, desde que as suas condições de saúde o permitam (de acordo com o critério clínico).
Compete ao familiar de referência indicar previamente entre os familiares quem fará a visita.

Serviço de Unidade de Cuidados Intensivos – UCI

Na Unidade de Cuidados Intensivos, o doente poderá receber apenas duas visitas por doente, individualmente, num período máximo de 15 minutos.

Entre as 13,30 e as 14,30 Horas
Entre as 18 e as 19 Horas.

Direitos e Deveres dos Doentes

O direito à protecção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa, e assenta num conjunto de valores fundamentais como a dignidade humana, a equidade, a ética e a solidariedade.
No quadro legislativo da Saúde são estabelecidos direitos mais específicos, nomeadamente na Lei de Bases da Saúde (Lei 48/90, de 24 de Agosto) e no Estatuto Hospitalar (Decreto-Lei n.º 48 357, de 27 de Abril de 1968).

São estes os princípios orientadores que servem de base à Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes elaborada pela Direcção-Geral da Saúde.

Direitos dos Doentes

  1. O doente tem direito a ser tratado no respeito pela dignidade humana
  2. O doente tem direito ao respeito pelas suas convicções culturais, filosóficas e religiosas
  3. O doente tem direito a receber os cuidados apropriados ao seu estado de saúde, no âmbito dos cuidados preventivos, curativos, de reabilitação e terminais
  4. O doente tem direito à prestação de cuidados continuados
  5. O doente tem direito a ser informado acerca dos serviços de saúde existentes, suas competências e níveis de cuidados
  6. O doente tem direito a ser informado sobre a sua situação de saúde
  7. O doente tem o direito de obter uma Segunda opinião sobre a sua situação de saúde
  8. O doente tem direito a dar ou recusar o seu consentimento, antes de qualquer acto médico ou participação em investigação ou ensino clínico
  9. O doente tem direito à confidencialidade de toda a informação clínica e elementos identificativos que lhe respeitam
  10. O doente tem direito de acesso aos dados registados no seu processo clínico.
  11. O doente tem direito à privacidade na prestação de todo e qualquer acto médico.
  12. O doente tem direito, por si ou por quem o represente, a apresentar sugestões e reclamações.

Deveres dos Doentes

  1. O doente tem o dever de zelar pelo seu estado de saúde. Isto significa que deve procurar garantir o mais completo restabelecimento e também participar na promoção da própria saúde e da comunidade em que vive
  2.  O doente tem o dever de fornecer aos profissionais de saúde todas as informações necessárias para obtenção de um correcto diagnóstico e adequado tratamento.
  3.  O doente tem o dever de respeitar os direitos dos outros doentes.
  4. O doente tem o dever de colaborar com os profissionais de saúde, respeitando as indicações que lhe são recomendadas e, por si, livremente aceites.
  5. O doente tem o dever de respeitar as regras de funcionamento dos serviços de saúde.
  6. O doente tem o dever de utilizar os serviços de saúde de forma apropriada e de colaborar activamente na redução de gastos desnecessários

DOCUMENTOS RELACIONADOS

Regulamento de Visitas e Acompanhamento de Doentes – março de 2017



Taxas Moderadoras

As taxas moderadoras são devidas e devem ser pagas no momento da apresentação do utente na consulta, da admissão na urgência, ou ainda no momento da realização de actos complementares de diagnóstico e terapêutica, salvo em situações de impossibilidade do utente resultante do seu estado de saúde ou da falta de meios próprios de pagamento, bem como de regras específicas de organização interna da entidade responsável pela cobrança.

Nos casos excecionais em que as taxas moderadoras não sejam cobradas no momento da realização do acto, as entidades, com a obrigação de cobrança respetiva, devem proceder à identificação e notificação do utente logo de imediato no momento em que a taxa é devida, considerando-se o utente interpelado, desde esse momento para efetuar o pagamento no prazo máximo de 10 dias, nos termos do n.º 3 do artigo 7.º do Decreto-Lei n.º113/2011 de 29 de Novembro.

No caso de o utente não comparecer no momento da realização da prestação de serviço de saúde pela qual é devida e já foi paga taxa moderadora, apenas há lugar ao reembolso da importância liquidada se a ausência for justificada por motivos não imputáveis ao próprio.

taxas-moderadoras

Alterações às Taxas Moderadoras 2016

Circular Normativa Nº8/2016/DPS/ACSS 21-03-2016

Eliminação do pagamento de taxas moderadoras:

  • Nos meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT) realizados no hospital de dia;

Isenção total do pagamento de taxas moderadoras:

  • Para os dadores benévolos de sangue;
  • Para os dadores vivos de células, tecidos e órgãos;
  • Para os bombeiros.

Dispensa do pagamento de taxas moderadoras:

  • Na primeira consulta de especialidade hospitalar

    , com referenciação pela rede de prestação de cuidados de saúde primários (UCSP) através da Consulta a Tempo e Horas (CTH);

  • No atendimento em serviço de urgência

    , no seguimento da referenciação pela rede de prestação de cuidados de saúde primários (UCSP), pelo Centro de Atendimento do SNS (Saúde 24) em que a disposição final determine um atendimento em Serviço de Urgência e pelo INEM incluindo os atos complementares prescritos;

  • No atendimento na rede de prestação de cuidados de saúde primários,

    no seguimento de referenciação pelo Centro de Atendimento do SNS (Saúde 24) nas situações em que a disposição final determine um atendimento médico num período até 12 horas.


Testamento Vital

O Testamento Vital é um documento onde o cidadão pode inscrever os cuidados de saúde que pretende ou não receber e permite também a nomeação de um procurador de cuidados de saúde.

O registo do Testamento Vital, no RENTEV, permitirá a disponibilização atempada da informação constante no seu Testamento para consulta pelos médicos.

Flyer Rentev

Lista de Balcões Rentev

Perguntas Frequentes FAQ´s

Formulário Rentev


Dádivas de Sangue

A dádiva de sangue é um acto de solidariedade que além de não ser prejudicial à sua saúde, pode salvar vidas. O organismo humano tem a capacidade de reconstituir em algumas horas o volume de sangue que lhe foi retirado com a dádiva.
No entanto, algumas precauções devem ser tomadas para assegurar o seu bem-estar e segurança, e acelerar o processo de recuperação.

Horário no Serviço de Imuno-hemoterapia

terças-feiras
quintas-feiras
1º sábado de cada mês (exepto feriados)
das 9:00 às 12.00h

Eu posso dar sangue?

Pode dar sangue se tiver bom estado de saúde, hábitos de vida saudáveis, peso igual ou superior a 50kg e idade compreendida entre os 18 e os 65 anos.  Para uma primeira dádiva, o limite de idade é aos 60 anos.

Os homens podem dar sangue de 3 em 3 meses (4 vezes/ano) e as mulheres de 4 em 4 meses (3 vezes/ano) sem qualquer prejuízo para si próprios. Uma unidade de sangue total representa aproximadamente 450ml. Cada pessoa tem em circulação 5 a 6 litros de sangue, dependendo da sua superfície corporal. O sangue doado é rapidamente reposto pelo nosso organismo. Não há qualquer possibilidade de contrair doenças através da dádiva de sangue, pois todo o material utilizado é estéril e descartável, usado uma única vez.

Para sua segurança não dê sangue se:
– alguma vez utilizou drogas por via endovenosa;
– teve contactos sexuais a troco de dinheiro ou drogas;
– sendo homem ou mulher, teve contactos sexuais com múltiplos (as) parceiros(as).

Se foi parceiro sexual de:
– qualquer dos grupos anteriores;
– seropositivo para o Vírus de Imunodeficiencia Humana – VIH;
– portador crónico do Vírus da Hepatite B e Hepatite C – VHB, VHC.

E, ainda se:
– tem história familiar de Doença de Creutzfeldt-Jakob e variante – DCJ, vDCJ;
– fez tratamento com hormona de crescimento, pituitária ou gonadotrofina de origem humana;
– fez transplante de córnea ou dura-máter;
– fez transfusão;
– tem Epilepsia, Diabetes insulino-dependente ou Hipertensão grave;
– teve Paludismo/Malária nos últimos 3 anos;
– esteve em países tropicais nos últimos 6 meses;
– teve parto ou amamentou nos últimos 6 meses;
– teve um novo(a) parceiro(a) sexual nos últimos 6 meses;
– foi operado nos últimos 4 meses;
– fez endoscopia, colonoscopia ou citoscopia nos últimos 4 meses;
– fez tatuagem, piercing ou mesoterapia nos últimos 4 meses;
– teve febre, diarreia ou vómitos há menos de 1 mês.

pdf-fileVeja o nosso folheto sobre cuidados a ter após dádiva de sangue

Medula Óssea – Porquê ser dador?

Se quer ser Dador de Medula Óssea pode fazer a sua Inscrição no HLA.

A transplantação de medula óssea é uma prática terapêutica reconhecida, que permite muitas vezes a cura de doenças graves e que podem ser frequentemente mortais.

Estas doenças são muito variadas e podem ocorrer quer em adultos quer em crianças. As mais frequentemente citadas são as leucemias, outras há como a aplasia medular (diminuição importante ou ausência na medula óssea das 3 linhas celulares que dão origem aos eritrócitos, leucócitos e plaquetas do sangue periférico), ou ainda algumas imunodeficiências primárias que se manifestam pouco tempo após o nascimento.

Para estas situações, muitas vezes a única esperança de vida é a transplantação de medula óssea com um dador idêntico.

Tal como já foi referido, uma das condições absolutas para o sucesso da transplantação de medula é a compatibilidade tecidular entre dador e receptor. Assim, é preciso transplantar o doente com uma medula óssea tão idêntica quanto possível no que respeita aos marcadores ou antigénios HLA (antigénios de leucócitos humanos).

A pesquisa de um dador compatível orienta-se primeiro para os irmãos do doente mas as famílias numerosas são cada vez mais raras e além disso apenas 1 doente em cada 4 encontra um dador idêntico entre os irmãos, isto é, que tenha herdado as mesmas características tecidulares paternas e maternas.

Por isso, em muitos casos, a única esperança de cura é encontrada em dadores voluntários compatíveis com o doente.

Como ser dador ?

Se a sua idade está compreendida entre 18 e 45 anos, se tem boa saúde e gostava de ser dador voluntário de medula, basta que transmita ao CEDACE ou aos Centros de Dadores a sua vontade.

Vai-lhe ser pedido o nome e a morada e irá receber um folheto informativo do processo e um pequeno questionário clínico que deverá preencher e devolver. Esse questionário vai ser depois avaliado por um médico e caso não haja nenhuma contra-indicação vai ser chamado para fazer uns testes que especificamente são os seguintes:

Tipagem HLA_AB DR
Marcadores virais: HbsAg, Anti-HCV, Anti-HIV 1, 2
Estes dados serão guardados numa base informática nacional e internacional e serão usados sempre que um doente nacional ou internacional seja proposto para transplantação de medula óssea.

As várias etapas até à doação

Se o doente não tiver um dador familiar compatível é iniciada uma pesquisa aos registos de dadores. Assim que é identificado um potencial dador compatível, este é informado e, caso aceite, vai prosseguir o processo.

Nessa altura o dador vai ser chamado para fazer testes adicionais de compatibilidade, bem como uma nova avaliação para doenças virais que possa ter tido no espaço de tempo entre a inscrição e a chamada. É este o passo a que chamamos a activação do dador.

Se a avaliação de todos os resultados laboratoriais continuar a considerar o potencial dador como o mais indicado, este vai ser submetido a um exame médico completo e no qual onde pode ainda esclarecer quaisquer dúvidas que tenha sobre o processo de dádiva.

Nesta fase o dador deve estar absolutamente certo da sua decisão de fazer a doação e é-lhe então pedido para assinar um impresso de consentimento informado. A partir desse momento o doente começará a fazer a preparação para a dádiva de células de medula.

Mais Informação em:
Centro de Histocompatibilidade do Sul